terça-feira, 10 de março de 2009

trânsito

No trânsito há umaverdadeira igualdade: não há brasões, ricos ou pobres e nem um facto de se ter um BMW dá mais prioridade do que a alguém que tem um clio de 1988! Daí que, no trânsito toda a gente se trate por tu…..ninguém diz : “ SAIA DA FRENTE SEU PALHAÇO!”, antes, para se exprimir essa ideia de se pedir a alguém para deixar passar diz-se:“SAI DA FRENTE Ó PALHAÇO”.
E agora vem a minha teoria acerca de como ofender alguém no trânsito(podem confiar, é uma tese devidamente testada):

Quando tiverem uma imensa vontade de ofender alguém, abram a janela e, simplesmete gritem: POBRE! Isto humilha qualquer um! Dá novamente um sentimento inferioridade a quem é pobre, de irritação a quem for novo rico (porque apesar de ter gasto uma fortuna no carro, tal facto não é suficiente para que as pessoas se apercebam da imensidão da sua conta bancária) e, finalmente, se for “velho rico”, está-se a cagar mas como estas coisas , normalmente, são muito rápidas, não dá para nos apercebermos que tipo de pessoa está no outro carro ….faz-se o gosto ao dente e vamos todos felizes para casa!

Isto funciona com qualquer que seja o carro já experimentei com um porcshe e com o meu carro, que é um mísero ford.

PS - não é aconselhavél chamar “filho da p****” ao porque a um tuga, pode –se chamar praticamente tudo que ninguem leva a mal mas quando se chama “filho da p****”… logo a seguir vem um “ podes-me chamar tudo , agora filho da p***** é que não. Não te admito que ofendas a minha mãe!” e a seguir, normalmente, segue-se cena de pancadaria!

Taaaaaambém???!!!

Então não é que o tal Mark Vanderloo se fez também…à J no Portugal Fashion… oh !… se calhar não é assim tão “importantão” conhecer alguém que andou com o Mark Vanderloo. Afinal o tipo é uma pinga amores.
Uma vez que ele não deve cá ter vindo assim tantas vezes, convinha averiguar datas…a “ ver se metemos o circo a arder”!
Mais alguém se acusa?

sábado, 7 de março de 2009

Mark Vanderllooooooooooo???!!!!!!

Conversa de Sexta à noite de 3 mulheres com duas garrafas de vinho (para duas delas) e depois de esgotado e devidamente debatido o tema - depilação:
A : - blá , blá , blá e então, quando eu andava com o Mark , blá , blá….
S: Ouve lá, quem é esse Mark? (surpreendida porque julgava ela sabia tudo sobre a A ao mais infimo pormenor)
A: o vanderloo, blá, blá…
S : Espera lá, o mark vanderloo, mark vanderloo?
A : sim. E então blá, blá, blá…
S : O Mark vanderloo, o modelo?
A: Sim. E então como eu estava a dizer, blá blá…
S : Espera lá…. (e já com a voz engasgada mas ainda com força para gritar), TU ANDASTE COM O MARK VANDERLOO???!!!!
E apartir daí foi novamente só blá, blá, blá…não ouvimos mais nada..fixadas na ideia de a A. Ter andado com o Mark Vanderloo.
Eu já tinha tirado uma fotografia com o Sampaio mas…fonix, apartir de agora sou uma mulher muito mais realizada … ah pois é! fiquem todos a saber: Eu conheço uma míuda que andou com o Mark Vanderloo!!!!!!!!!!!!!!!!
E mais surpreendida estou por não saber até ontem que a A. ANDOU COM O MARK VANDERLOO!!!! Se eu tivesse andado com o Mark Vanderloo, tinha cartazes a dizer isso, em casa, no carro, no escritório ou, tinha contado à D.Lurdes do café para que toda a Lisboa ficasse informada rapidamente!

terça-feira, 3 de março de 2009

correctores

Somos animais de comparações. É um facto. E diz-se, por isso, que elas são inevitáveis. E porque é que são inevitáveis? Para as catalogações. Não deve existir hábito mais irritante... E cansativo. Não conseguimos conhecer nada sem ir a correr buscar uma qualquer etiqueta, não vá aquilo que conhecemos agora ficar mal arrumado e dar-nos cabo do esquema!
O problema surge quando, aposta a devida etiqueta e arrumadinha a coisa na prateleira respectiva, a tipa decide mudar. É o pânico! Já estamos habituados a vê-la assim, ali na fila 3, por baixo das "pessoas idiotas" da fila 4 e mesmo ao lado dos "únicos amigos" da estante E, e agora a gaja decide passar-nos a perna e transformar-se noutra coisa qualquer?! E se não temos etiqueta para isso?... E se conseguimos arranjar nova designação e a tipa decide voltar ao que era e, nessa altura, se acabaram as etiquetas?... Pior! E se a etiqueta que atribuímos a nós próprios já não serve????
Por isso, se não quiserem passar a vida neste susto, sugiro o uso de tinta invisível ou correctores. Rápido!

segunda-feira, 2 de março de 2009

TERRA! FOGO! AR! ÁGUA! PPPPPOOOOWWWEEERRR RAAAANGERSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!


Quem não se lembra desta “fantástica” que marcou a geração de 90?
Era a história de 3 rapazes e duas raparigas , que juntos faziam um quinteto fantástico que lutava contra os maus da fita. Tinham uns fatos de licra pavorosos, as imagens pareciam da década anterior e o argumento (se é que tinha) era um verdadeiro desastre. Mas esta série tinha uma “moral da história”: Os 5 elementos, os herois, só tinham super poderes quando estavam todos juntos e depois de gritarem o “grito de guerra” : TERRA! FOGO! AR! ÁGUA! PPPPPOOOOWWWEEERRR RAAAANGERSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!
Confesso que foram poucos os episódios que vi, mas lembro-me de um que , por bons e maus motivos, foi o mais marcante.
Nesse episódio um dos power rangers estava em apuros e assustado, mas porque os super-herois são assim, os outros foram ter com ele. Passaram por grandes aventuras e até dormiram ao relento… andaram cerca de 200km, mas conseguiram chegar até ao power ranger que necessitava urgentemente de ajuda, e de repente, e depois de gritarem : TERRA! FOGO! AR! ÁGUA! PPPPPOOOOWWWEEERRR RAAAANGERSSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!! o tal power rangers encheu-se de coragem, valentia e super poderes e percebeu a importância que os restantos elementos do quinteto tinham para si porque sem os quais, ficava relamente enfraquecido.
Por isso num outro epísodio já não ficou surpreendido de ter perdido novamente grande parte dos seus poderes quando, de repente ficaram novamente afastados por 1855Km ou a qualquer outra distância que nem aparece no google…
Irritou-me nesse episódio ele nunca ter agradecido aos outros Power Rangers terem ido em seu auxilio (e coitados, se passaram um mau bocado). “ CA GRANDACRETINO!”

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

hormonas

Há textos que são encomendados, e este é um bom exemplo disso. O que, se por um lado, torna a coisa difícil pela pressão de escrever qualquer coisa quando não se tem nada sobre o que escrever (que é, basicamente, o que tem acontecido desde o início deste bonito espaço!), por outro alimenta o ego. Sempre houve alguém a querer ler alguma coisa, por mais parva que fosse, escrita por nós. E como gostos não se discutem (a não ser neste blogue, onde se discute tudo, principalmente os gostos dos outros!), o pessoal adere, respeita e cumpre.
Então aqui vai. Diz que o Verão está a chegar. E diz que, com o Verão, as hormonas. O que é sempre perigoso. Desenganem-se aqueles que pensam que as hormonas fazem parte de nós e que as podemos domar. Tenho cá para mim que as tipas dão de frosques logo no início do Outono e nos atacam em força ao mínimo raio de sol. E que, normalmente, trazem reforços! O que significa que todos os anos assistimos a uma verdadeira chacina. As tipas não brincam em serviço! Atingidos os 18ºC, é ver o pessoal a desenvolver uma estranha reacção cutânea, que obriga as roupas a saltarem e as dúvidas a instalarem-se. Já repararam que é normalmente nesta altura do ano que surgem todas as dúvidas existenciais?! Ainda nem 3 meses passaram das resoluções de Ano Novo (que é uma coisa que me irrita tanto como o dia dos namorados e o carnaval...) e tungas! Lá está o pessoal a fazer balanços! "Isto está a ficar muito sério"; "isto está a ficar muito monótono"; "isto está a ficar pesado"; "preciso de espaço" (aqui está uma expressão que me revolve as entranhas!!!); "não consigo assumir compromissos agora". A panóplia de disparates é sempre a mesma e é disparada em todas as direcções, desde Março até, pelo menos, Setembro.
Por isso, meus amigos, se quiserem sobreviver a mais um Verão, deixem as roupas cair mas droguem-se fortemente! Morte às hormonas!!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Viva a democracia!

hoje , enquanto esperava o meu scone, ouvi este diálogo:

rapaz: o que é que vais lanchar?
rapariga: vou beber um chá de cereja japonesa e um scone.
rapaz : que fina!
rapariga: pois sou ! eu sou de boas famílias.
rapaz : Tu és de esquerda pá!
rapariga: ja te disse que sou de centro direita mas apesar de ser de direita , sou liberal em termos económicos. Por isso é que digo que sou de centro , porque apesar de ser de direita , sou também liberal.

Moral da história: o Sócrates anda a confundir a malta
O que assusta: o voto destes tipos vale tanto como o meu!